
Todo fluxo desacelera ao encontrar sua menor capacidade.
Uma operação pode ter várias etapas funcionando com eficiência.
Mesmo assim, uma única limitação consegue atrasar todo o fluxo.
O gargalo acumula demanda antes do ponto mais lento.
Aumentar recursos nas outras etapas não elimina essa restrição.
É preciso medir capacidade, espera e volume em cada fase.
A prioridade deve estar onde o processo perde velocidade.
O ritmo total sempre acompanha a menor capacidade da operação.
