
Improvisar contém o sintoma, mas somente a estrutura elimina a perda.
Resolver a mesma falha repetidamente não é eficiência.
É um sinal de que a causa permanece ativa.
Remendos aliviam a pressão, mas não interrompem a perda.
Com o tempo, o improviso passa a fazer parte da rotina.
A correção estrutural exige análise, prioridade e investimento.
Ao eliminar a origem, a empresa recupera recursos e previsibilidade.
Problema recorrente só termina quando a causa deixa de existir.
