
O problema mais barulhento nem sempre merece prioridade.
Urgências disputam atenção com objetivos importantes.
Reagir a todas elas desorganiza qualquer planejamento.
Nem toda pressão representa uma prioridade real.
A decisão precisa considerar impacto e consequência.
Recursos devem seguir critérios, não intensidade emocional.
O essencial pode ser silencioso e ainda decisivo.
Estratégia começa quando o importante governa o urgente.
